Com o despertar de mais um novo dia
Vem logo a esperança da mudança
Vem a ânsia de recomeçar.
Como seria simples apenas voltar
Ou no mínimo, esquecer.
Diante de tantas dúvidas
Recorremos ao vício insistente
Que corre sobre as veias como contraste
Caminhando por todo corpo e acalmando corpo, coração e mente
Como se uma tragada fosse a única forma de amenizar as dores
Aquelas dores decorrentes desde o começo
Do passado que ainda fluí no sangue.
Na tentativa de evitar tal vício
Recorremos a pastilhas, adesivos e até terapia
Mas aquela tragada ainda é triunfal
Aquele puxa e solta passa pelo corpo como se fosse uma vida inteira
Dominando todos os sentidos
Um desperdício vivido sem coragem e sem honra
E como domina!
Aahhh... ! Quem dera se eu tivesse uma pastilha...
Quem sabe até um adesivo... bem pequeno de amor.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
terça-feira, 15 de julho de 2008
Não necessariamente para você.
Novamente a vida se passa em um tabuleiro sem peças
Em uma luta sem fim
Na busca de um vencedor sem glória
Na insistência de não ter fim
E na constância de nada se ter.
Somos assim: lado a lado e frente a frente
Na arrogância e no orgulho
Neste jogo de tempo, força, dor e amor
Neste jogo sem sentido e sem regras
Até que a única jogada seja feita
Sem a sujeira do que não podemos ser ...
Um para o outro
Em uma luta sem fim
Na busca de um vencedor sem glória
Na insistência de não ter fim
E na constância de nada se ter.
Somos assim: lado a lado e frente a frente
Na arrogância e no orgulho
Neste jogo de tempo, força, dor e amor
Neste jogo sem sentido e sem regras
Até que a única jogada seja feita
Sem a sujeira do que não podemos ser ...
Um para o outro
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